Dicionário de Cearês

Crateús

Crateús está localizado na microrregião do Sertão de Crateús. É a décima segunda cidade mais populosa do estado e fica distante 350km da capital Fortaleza. O topônimo “Crateús” vem do tupi ou tapuia, podendo significar: Tupi: cará (batata) e teú (lagarto); Topônimo tapuia kariri: kra (seco) mais té, kraté (coisa seca ou lugar seco) e y (muito frequente), significando “lugar muito seco”; Ou ainda o nome da tribo indígena que habitava a região: karati, karatús ou karatis e us (povo ou tribo). Sua denominação original era “piranhas” (devido à abundância de peixes na região), depois “Príncipe Imperial” As terras de Continue lendo Crateús

Gaiatice

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Gaiatice

Juarez Fernandes Leitão

Juarez Fernandes Leitão nasceu no dia 11 de março de 1948, na cidade de Novo Oriente. É filho de João Fernandes de Oliveira e de Maria Soares Cavalcante Leitão. Estudou nos Seminários de Sobral e de Fortaleza e, após desistir da carreira eclesiástica, cursou três anos da Faculdade de Direito da UFC. Bacharelou-se em História e Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará, em 1976. Seguiu o magistério como professor de História nos Colégios Lourenço Filho, Farias Brito, Batista, Sete de Setembro e cursos pré-vestibulares, bem como, de Filosofia, Sociologia e Visão do Mundo Contemporâneo. Na esfera política foi vereador de Continue lendo Juarez Fernandes Leitão

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Barcovi, o chato da Praça do Ferreira

José Wagner Benevides, era empresário da construção civil e um especialista no anedotário da Praça do Ferreira. Costumava contar os casos do BARCOVI. Barcovi era um desses moralistas empedernidos, apóstolo dos bons costumes, cuja vida é dedicada a combater os vícios do mundo e a encher o saco de quantos bebedores, fumantes e jogadores de baralho e roletas que encontra pela frente. Um chato com Certeza. BARCOVI relegou seu nome original e passou a se identificar por esta sigla: BARreira COntra o VIcio. Como se vê, o cara é demais. Contava o José Wagner que, certa tarde, nos anos 50, Continue lendo Barcovi, o chato da Praça do Ferreira

Ramos Cotoco

Raimundo Ramos de Paula Filho, o Ramos Cotôco, nasceu em Fortaleza no dia 21 de maio de 1871 e faleceu em Fortaleza, no dia 20 de outubro de 1916. Foi poeta, compositor, cantor e pintor. Recebeu o apelido de Cotôco por ter nascido sem o antibraço. Apesar da insatisfação, a brincadeira tornou-se quase um sobrenome, e foi assim que ele ficou conhecido ao longo dos anos. Era filho de Raimundo Ramos de Paula, comerciante, e de Rufina Ramos, dona de casa. Ficou órfão de pai aos 16 anos, quando começou a trabalhar como pintor para sustentar a mãe. Foi casado Continue lendo Ramos Cotoco

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